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quinta-feira, 13 de junho de 2019

“Disney On Ice - Em Busca dos Sonhos” - coletiva de imprensa nas dependências da Jeunesse Arena Rio de Janeiro




Coletiva de imprensa nas dependências da Jeunesse Arena, com inusitada e exclusiva mostra interativa de algumas das alegorias e adereços cênicos e figurinos originais do espetáculo

A produção de “Disney On Ice - Em Busca dos Sonhos” realiza na manhã de quarta-feira, dia 12 de junho de 2019, uma coletiva de imprensa nas dependências da Jeunesse Arena, com inusitada e exclusiva mostra interativa de algumas das alegorias e adereços cênicos e figurinos originais do espetáculo, além de croquis conceptivos de cenas e de vestimentas do espetáculo.


A abertura do evento fica por conta do Diretor Executivo da Opus Promoções (Versione Souza) em companhia do representante da Feld Entertainment – ambas empresas responsáveis pela realização do espetáculo, que conta com o patrocínio Gold do programa de fidelidade dos postos Ipiranga – Km de Vantagens.

Ainda durante a abertura do evento, patinadores animam jornalistas e youtubers para os acompanharem numa coreografia básica, como um pré-aquecimento visando ao máximo impacto de suas matérias.

Com estreia prevista para o mesmo dia da coletiva, a temporada 2019 de Disney On Ice, que acontece na arena multiuso localizada no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, leva aos espectadores, de todas as gerações, a coreografia sobre o gelo com base em animações dos estúdios Disney contemplando as histórias de “A Bela Adormecida”, “A Bela e a Fera”, “A Pequena Sereia”, “Aladdin”, “Cinderela”, “Enrolados”, “Frozen”, “Moana” e “Viva”. O espetáculo, com 110 minutos de duração, é conduzido por um elenco de 21 patinadores – dentre os quais, o brasileiro Mário Castro, que já faz parte do cast desde 1994 – e 25 patinadoras de 15 nacionalidades, sobre uma pista de gelo de 756 m2. Um total de 750 peças de figurino caracteriza os personagens em meio a 200 adereços que, conjugados à boca de cena de 12m x 12m, estão na mira de um desenho de luminotecnia cênica que conta com 898 equipamentos de luz, embalados por 42 caixas de som, totalizando 50.000W de potência sonora instalada, acrescidos de 65 números de efeitos sonoros, ao vivo, durante o espetáculo.

No final do evento, a produção surpreende a todos com a entrada em cena de Mickey e Minnie Mouse para uma sessão de fotos com todos os representantes da imprensa, como um mimo aos inegáveis fãs do eterno casal de camundongos e um tributo a esse 12 de outubro – dia dos namorados.

A superprodução finaliza a sua temporada, na cidade do Rio de Janeiro, em 16 de junho de 2019

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Rocketman - o espectador cinematográfico pode testemunhar uma das mais genuínas cinebiografias de um astro pop



Transporta o espectador em meio a uma viagem lisérgica – não óbvia

Durante gratificantes cento e vinte minutos, o espectador cinematográfico pode testemunhar uma das mais genuínas cinebiografias de um astro pop – “Rocketman” reconstitui a vida de Elton John, no período compreendido desde a sua infância até a sua reabilitação contra as drogas e o alcoolismo.

Na linha do tempo, Reg Dwight (nome de batismo do protagonista) é interpretado por Matthew Illesley enquanto criança, por Kit Connor na adolescência e por Taron Egerton, já na fase adulta. Ao longo desse segmento temporal, a ausência de amor na vida de Dwight se faz presente, de forma implacável, a começar pelo tratamento que lhe é dispensado por seu pai (Steven Mackintosh) como se filho dele, o jovem Dwight, não o fosse. Sua mãe, incorporada por (Bryce Dallas Howard), nada faz além de dispensar fragmentos de seu tempo à prática de momentos de afeição, sem qualquer aprofundamento, e a por em prática o desprezo que tem para com o filho, sem dó nem piedade, imputando ao seu nascimento, toda a culpa pela falência do seu casamento. Apoio mesmo, somente por parte de sua avó (Gemma Jones) que, além de olhá-lo com toda a ternura que uma criança merece, percebe seu talento nato para a música e lhe consegue uma bolsa de estudos para que pudesse aprimorar as suas habilidades com o piano, na Royal Academy of Music.

O escopo da direção de Dexter Fletcher retrata-se substancialmente equilibrado, ao tratar a melancólica história de sucesso do artista desde os anos 1970, até a sua reabilitação contra as drogas nos idos 1990.  Sincronizadas pelos maiores sucessos do artista que se auto batiza com o nome artístico Elton John, as músicas desenham, de maneira digna e pungente, temas como: promessa de uma carreira sucesso, parceira profissional, homossexualidade, drogas e álcool, hedonismo, compulsão pelas compras, desequilíbrio emocional e reabilitação – sem deixar qualquer um de seus percalços à sombra e sem lançar mão de clichês biográficos. A história de amor tecida por Fletcher, através do brilho dos olhares de Elton John e Bernie Taupin (Jamie Bell) – letrista dos maiores sucessos do protagonista – consagrada, a intimidade fraterna entre os parceiros e a construção humana do ídolo pop, quando a letra e música se fundem, dando origem ao sucesso de “Your Song”.

"Rocketman" transporta o espectador em meio a uma viagem lisérgica – não óbvia na grande tela, mas através dos meandros obscuros da mente do protagonista, sob o comando de Taran Egerton, possuído pela essência do protagonista, trajando uniforme alusivo a uma ave demoníaca que choca a tudo e a todos – tendo como ponto de partida uma sessão de reabilitação para dependentes químicos. O destino fica por conta de quem ingressou na viagem, podendo terminá-la onde bem entender ou, simplesmente, seguir em frente, mas levando consigo um apelo por um modo distinto de amar – como declamado em ‘I Want Love’ por Sir Elton John.

quarta-feira, 29 de maio de 2019

Godzilla: O Rei dos Monstros - Dando continuidade à sequência da franquia



Destruição sem fim


Dando continuidade à sequência da franquia que lançou o primeiro longa, em 2014 – “Godzilla: O Rei dos Monstros” conserva a monstruosidade da criatura protagonista e de outras, ainda mais bizarras – o pterossauro Rodan, a mariposa Mothra e o dragão de três cabeças Rei Ghidorah – hibernantes na escuridão de seus abrigos.   

O longa se apropria do gancho deixado como espólio pelo primeiro filme da franquia e insufla o drama de Emma e Mark (Vera Farmiga e Kyle Chandler) – casal divorciado que ainda lamenta a perda de seu filho durante o ataque de Godzilla. A disfuncional direção de Michael Dougherty apresenta uma misteriosa empresa que se dedica à pesquisa de monstros colossais, contemplando, em seu quadro de funcionários, na China, a cientista Emma Russell que consegue êxito em seu experimento ao codificar os padrões de linguagem de um monstro e os transforma em sinal alfa dominante. Juntamente com a sua filha Madison (Millie Bobby Brown), a cientista testa o experimento junto à uma larva da mariposa Mothra. Contudo, soldados liderados por Jonah Alan (Charles Dance) sequestram mãe, filha e a máquina.

Desse ponto em diante, o longa se perde em meio a um enfadonho festival de lutas entre monstros em busca da dominação do mundo em que vivemos, contemplando uma sequência de destruição sem fim, sem injetar a menor parcela de tensão dramática, mas somente uma sequência interminável de cenas ofuscadas por muita chuva e neblina, lentes contemplando uma fotografia fechada, privando os espectadores de uma visão panorâmica para o entendimento das cenas contemplando os denominados titãs.

Para aqueles que não se enquadram no gueto dos fanáticos pela criatura de 1954, o longa pesa as pálpebras com sua pegada fronteiriça com a mitologia e com cenas que remetem a diversas versões de Kong, prometendo uma continuidade com o MonsterVerse da Warner Bros. Pictures e da Legendary Pictures.

terça-feira, 28 de maio de 2019

Em Nome do Filho



O universo sensual e desesperançoso regado a burlescas performances musicais

Longe de ser, simplesmente, um drama identificável somente no âmbito da comunidade gay, o espetáculo “Em Nome do Filho” explora as motivações decorrentes da testosterona e sua conexão erodida da consciência heteronormativa cega e com lampejos de desejos GLBTS.

A profundeza perspicaz do texto de Dolores DelRio destaca, de forma genuína, o excesso de decadência em meio a que ainda alguns homossexuais se propõem a viver. A generosa direção de Marco Miranda respeita a homogeneidade dos atores Bruno Islam, Pietro Benvenutti, Anderson Lopes, Gabriel Morgato e Douglas Dgym, sem fazê-los sucumbir frente às divertidas atuações de Gustavo Azaranys e Luis Xaxu, que não se permitem perder diante do protagonismo de DelRio.

A personagem principal classifica a sauna gay ‘Brasil Dourado’ – sob sua direção e onde toda a história se desenrola – como ‘puteiro’, cuja concepção cenográfica – fidedigna à realidade decadente de muitos dos estabelecimentos existentes em grandes centros – reproduz o universo sensual e desesperançoso regado a burlescas performances musicais de travestis, drag queens e go-go boys. Até mesmo os deslizes do desenho de luz e da sonoplastia – explorados pelos atores como deixas para a introdução de cacos no espetáculo – conferem a “Em Nome do Filho” a chance de alcançar o status de drama, mesmo contemplando um humor de gueto. A ideologia de troca e de mais-valia, referente ao câmbio oficial dentro da sauna em questão, é o sexo, que se apresenta como a moeda mais valorizada para os personagens, muito embora todos aparentem preferir afeto, como troco – afinal de contas, o ser humano não se define, exclusivamente, a partir da forma de expressão de sua sexualidade.

domingo, 26 de maio de 2019

Teatro Prudential – Sala Adolpho Bloch



A produtora Aventura Entretenimento lança, em 2019, mais um ousado projeto, patrocinado pela maior seguradora independente no ramo de vida, desde 1998, a Prudential do Brasil

Consagrada a administração do Teatro Riachuelo como marco de excelência em seu portfólio, a produtora Aventura Entretenimento lança, em 2019, mais um ousado projeto, patrocinado pela maior seguradora independente no ramo de vida, desde 1998, a Prudential do Brasil.

À frente da Aventura Entretenimento, os sócios Aniela Jordan e Luiz Calainho, ao perceberem o potencial do empreendimento concebido, partem em busca de um investidor para o “naming rights” e resgatam o funcionamento de um edifício datado da década de 1960, tombado pelo patrimônio histórico, localizado na Rua do Russel, no bairro da Glória, de frente para a praia do Flamengo, no Rio de Janeiro. O até então conhecido como Edifício Manchete – arquitetura assinada por Oscar Niemeyer, paisagismo por Roberto Burle Max e berço das sedes das extintas TV Manchete e Editora Bloch - em 2010, já havia passado por um processo de retrofit, incluindo a restauração do teatro Adolpho Bloch, módulo integrante do edifício.

Aportes financeiros por parte da Aventura e da Prudencial somados ao incentivo da lei Rouanet permitem, a partir de 23 de maio de 2019, a reabertura da sala de espetáculos batizada como Teatro Prudential – Sala Adolpho Bloch, com a estreia de 'Pi : Panorâmica Insana', concebido e dirigido por Bia Lessa. O projeto, além de oferecer à população do Rio de Janeiro e seus visitantes um polo cultural, tendo como âncora um teatro para mais de 300 espectadores, com um palco de 140m2 – equipado para receber uma variedade de apresentações, entre shows, espetáculos teatrais e musicais e apresentações de dança voltados para o público adulto e infantil, além de realização de palestras, com total segurança e conforto – contempla um amplo camarim, cinco salas de ensaio, um foyeur de convivência e um espaço bistrô explorado pelo Café Botta, como mais um ponto gastronômico carioca para almoço e jantar.

Em 21 de maio de 2019, Jordan e Calainho apresentam o projeto à imprensa, no palco da sala Adolpho Bloch, acompanhados pela vice-presidente de marketing & digital da Prudential do Brasil e atual gestora do Teatro – Aura Rabelo, que declara que os interesses da seguradora fazem parte do plano estratégico de construção de awareness no Brasil. Em seguida, o elenco de 'Pi : Panorâmica Insana' – estrelado por Cláudia Abreu, Leandra Leal, Luiz Henrique Nogueira e Rodrigo Pandolfo – debate com a imprensa sobre a atualidade da dramaturgia assinada por Júlia Spadaccini, Jô Bilac e André Sant'anna, com citações de Franz Kafka e Paul Auster, a despeito dos quatro anos do processo de sua concepção. No palco, a realidade nua e crua expõe a dualidade entre o ruim e o belo, ao mesmo tempo que leva ao público a visão poética construída por Lessa e pelos protagonistas.  A noite é encerrada com a apresentação de uma seleção de quadros de renomados musicais nacionais e internacionais, assistido por celebridades do mundo artístico televisivo e teatral, consolidando a necessária ação em compasso com a reflexão, como a materialização de planos e metas, tal e qual concebidos a partir da parceria entre a Aventura Entretenimento e a Prudential do Brasil.


quinta-feira, 23 de maio de 2019

Aladdin - eleva a atual produção Disney



Transportando o clássico mundo da fantasia para uma atualidade que eleva a atual produção Disney a um patamar de excelência

A produção live-action do 31° longa de clássicos da Disney – "Aladdin" – promete divertir, encantar, resgatar e atrair um público de um espectro etário que, certamente, se entregará às maravilhas das mil e uma noites, repletas de aventura, fantasia e números musicais coreografados, com fidelidade surpreendente à versão animada de 1992.

O enredo se desenrola no sultanato de Agrabah, no Oriente Médio, e conta a história de amor entre um ladrão que vive de pequenos furtos, mas dotado de um bom coração – Aladdin (Mena Massoud) e da Princesa Jasmine (Naomi Scott) que, apesar do luxo que a vida lhe proporciona como filha do sultão, vive em busca de realizações que vão muito além das muralhas do palácio.

Ambicioso e desleal ao seu sultão, o perverso feiticeiro e grão-vizir Jafar (Marwan Kenzari) alista Aladdin para que acesse a Caverna das Maravilhas, visando ao resgate de uma lâmpada mágica – moradia milenar de um gênio (Will Smith) capaz de conceder três desejos a quem o evoca, esfregando o artefato com a mão. Frustrando os planos de Jafar, Aladdin acaba libertando o gênio da lâmpada e usa o primeiro de seus três desejos para se tornar um príncipe, a fim de cortejar a princesa Jasmine (Naomi Scott) – a quem conhece, fortuitamente, no mercado público de Agrabah, acreditando ser, simplesmente, a serva da filha do sultão – que, para seu desgosto e por força de lei, só poderia desposar com a realeza. Em meio a encontros, desencontros, atos de boa fé e conspirações, o roteiro se desenvolve repleto de fatos capazes de serem identificados com a realidade atual e prestar lições sobre questões sociais, políticas e econômicas e no que tange a tradições, poder, emancipação feminina e ética.

A escolha mais que certeira de Guy Ritchie para a direção da versão “Aladdin” 2019, infunde considerável energia e efervescência em todos os números musicais da história – tal e qual o fizeram Ron Clements e John Musker ao dirigirem a versão clássica animada – desta vez, remetendo o espectador a um espetáculo bollywoodiano, concebido a partir de conceitos de superprodução.

A versão “Aladdin” de Ritchie supera as expectativas, desde o lançamento dos trailers e teasers que velam, ao espectador, qualquer possibilidade de spoiler, garantindo-lhe o fator surpresa e fazendo valer cada centavo investido na compra do ingresso. A atualização dos personagens, tornando-os humanos, informados e politicamente ativos é potencializada pela surpreendente incorporação de Will Smith, contemplando arrogância, charme e emotividade – princípios ativos que definem a marca registrada do diretor – que não mede esforços para prover a produção de recursos técnicos de primeira linha, tais como a excepcional computação gráfica aplicadas aos seres animados não humanos, à concepção cenográfica aliada à dinâmica das cenas nas ruas de Agrabah, ao vizagismo e ao figurino policromático – contemplando riqueza em diversidade têxtil, passamanaria e pedraria.

A contagiante trilha sonora deve ser observada como uma questão à parte – uma vez que se torna impossível eliminar seu efeito obsessor, horas à fio após a saída da sala de projeção – incrementada pela adição de músicas inéditas, dentre as quais, "Speechless" – composta por Benj Pasek e Justin Paul, soa como um hino de capacitação feminina, transportando o clássico mundo da fantasia para uma atualidade que eleva a atual produção Disney a um patamar de excelência, poeticamente alcançado em promissor sobrevoo pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, à bordo de um tapete mágico.

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Tolkien - um filme elaborado



Um filme elaborado com esmero mas, até certo ponto, estereotipado

Ao fornecer detalhes sobre a vida do autor dos livros de fantasias que inclui ‘O Hobbit’ e O Senhor dos Anéis’, o longa “Tolkien” não explora as motivações e nem as influências do processo de criação de J.R.R. Tolkien, enquanto processo conceptivo de seus personagens.

A partir de uma cronologia tatibitate, o espectador assiste à ofensiva do Somme – travada em 1916, considerada uma das maiores batalhas da Primeira Guerra Mundial – durante a qual, o soldado John Ronald Reuel Tolkien (Nicholas Hoult), acometido pela doença das trincheiras, se entrega à busca por um amigo de colégio que se encontra desaparecido, diante de um cenário tomado por imagens infernais. Aproveitando-se da riqueza estética que o tema lhe proporciona, em meio a silhuetas formadas por rastros de fumaça e explosões, a direção de Dome Karukoski sugere a fonte de inspiração para a criação do dragão Smaug, enquanto as alucinações de Tolkien assumem o ponto de partida, permitindo que a filmografia transcorra de maneira suave, sem muitas surpresas e, aparentemente, desfocado dos outros três livros que servem de alicerce para impulsionar a cinebiografia formada por: “A Sociedade do Anel”, “As Duas Torres” e “O Retorno do Rei” – limitando-se a uma breve menção ao primeiro volume intitulado “O Hobbit”.


Para o deleite do espectador casual e daqueles que se entregaram à trilogia cinematográfica dirigida por Peter Jackson, Karukosk exalta a juventude trágica do protagonista – seu lar adotivo, sua escola preparatória, seus barulhentos e arrogantes amigos de classe e seus momentos na universidade. Apesar do fato de que o resultado de tudo isso seja mais que satisfatório para quem apenas encara cinema como diversão e, até mesmo, uma obsessão, as fagulhas imaginativas do homenageado protagonista, tão importantes para a compreensão de suas obras e também sobre a sua vida, parecem seleta e cautelosamente colocadas à parte, fazendo de “Tolkien” um filme elaborado com esmero mas, até certo ponto, estereotipado, por não explorar e não satisfazer o espectador com uma visão mais aprofundada do intelecto daquele responsável pela criação de um universo idiomático que intriga uma legião de fãs, por todo o planeta.