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terça-feira, 11 de novembro de 2014

Garota Exemplar



Não se trata de um filme óbvio 

“Garota Exemplar”, por David Fincher, confirma nas telas dos cinemas o que o diretor sabe fazer de melhor - esfregar na cara do espectador todo cinismo e perversidade que há em cada um de nós. Baseado no livro Gone Girl, seu autor, Gillian Flynn, também assina o roteiro da película.
A história conta com a brilhante atuação de Bem Affleck como o marido de uma mulher desaparecida, interpretada por Rosamund Pike – sob a ótica do Circuito Geral, futura candidata ao Oscar de melhor atriz.  
“Garota Exemplar” deve ser encarado como um filme em três, tamanha às surpreendentes reviravoltas presentes em seu roteiro, não dando chance ao espectador de ter a menor idéia sobre o término do suspense. Nem mesmo a competente trilha sonora por Trent Reznor - do grupo Nine Inch Nails - deixa transparecer o que estaria por vir. Consequentemente, não se trata de um filme óbvio, como já era esperado pelos sucessos anteriores de Fincher.
O longa faz jus ao seu tempo de projeção de cerca de duas horas e quarenta minutos, apesar de uma introdução e de um desfecho, ambos um tanto quanto arrastados, mas não menos instigantes do que o conteúdo da trama, caso conte com a atenção e compreensão do espectador quanto a sua riqueza diante da trama, que leva a todos à reflexão sobre a escolha de seus parceiros.


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