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domingo, 8 de março de 2015

Who's Bad - The Ultimate Michael Jackson Tribute




Emoção à flor da pele - é o que melhor define o espetáculo, um tributo ao rei do pop, Michael Jackson.

Emoção à flor da pele - é o que melhor define o espetáculo “Who’s Bad”, um tributo ao rei do pop, Michael Jackson.
Vamsi Tadepalli, responsável por essa cartarse, desde 2004, reúne artistas da Carolina do Norte, extremamente competentes em suas performances, coreografias e, acima de tudo, dotados de uma estrondosa qualidade musical, longe da intenção de se apresentarem como verossímeis parodiadores, mas imbuídos de prestarem um genuíno tributo ao artista, em meio a uma festa onde o público se insere no alto escalão da hierarquia do espetáculo.
O Teatro Bradesco Rio, foi palco de uma única apresentação de “Who’s Bad” na cidade maravilhosa, no dia 4 de março de 2015 onde, crianças, adolescentes e adultos – muitos deles caracterizados com vestes e acessórios tal e qual usados por Michael – se manifestaram como se estivessem numa de suas apresentações ao vivo e a cores. Fãs declaravam, visceralmente e aos gritos, o seu amor pelo seu ídolo e, juntamente com incontáveis espectadores das mais diversas faixas etárias - sob o caloroso comando dos artistas presentes no palco para que o público subisse ao tablado - deram uma surpreendente demonstração de alegria, frente a frente com o cover que assumiram ser Michael Jackson, em carne e osso – todos sob incrível transe dançante, com direito a passos e coreografias imortalizadas pelo artista, ao som de seus grandes sucessos, tais como: Human Nature, Thriller, Beat it, Bad e muitos outros.
A banda composta por baixo, saxofone e trompete, revezava seus componentes, de temos em tempos, permitindo que os mesmos dessem vazão aos seus dons performáticos – uma alusão às espetaculares, contagiantes e inusitadas coreografias e ao especial solo do guitarrista em Beat it que, na apresentação original com Michael, contou com a instrumentação de Eddie Van Halen.
“Who’s Bad” é energia pulsante do início ao fim - uma viagem no tempo que além de ilustrar algumas das mudanças físicas pelas quais Michael passou, reaviva os imortais sucessos durante a sua trajetória artística, incluindo pérolas de seu genesis na banda The Jackson Five. Através da riqueza presencial do público na casa de espetáculos e de sua reação ao show, constata-se, cada vez mais que a importância de Michael no mundo fonográfico passa de geração em geração.
Em função da essência da produção e do legado de Michael Jackson, o Circuito Geral faz das palavras presentes na versão da letra de “Black or White” para o português, suas palavras – “Eu não vou passar a minha vida sendo uma cor” – conferindo ao show The Ultimate Michael Jackson Tribute, um ponto de convergência de seus apreciadores e amantes, provenientes de origens e histórias distintas, da mesma forma que Michael se tornou a mistura de todas as cores.

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