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quarta-feira, 22 de abril de 2015

Vingadores: Era de Ultron


A mais perfeita materialização sensorial a partir dos quadrinhos Marvel

“Vingadores: Era de Ultron”, sob a direção de Joss Whedon, é a mais perfeita materialização sensorial a partir dos quadrinhos Marvel, de todos os tempos – um filme dotado de agilidade cênica surpreendente, repleto de efeitos especiais eletrizantes, imperdível no modo de exibição 3D.
Nesse segundo filme da franquia “Vingadores”, o inimigo surge a partir do alter ego de Tony Stark. A incoerência de Ultron, totalmente dominado por James Spader que lhe empresta a voz, parece propositalmente óbvia pois, “Vingadores: Era de Ultron” se atreve tangenciar a complexidade moral, ausente até então. Coloca em pauta a necessidade da guerra para se obter a paz - estratégia defendida por uma inteligência artificial tomada pela “síndrome de Pinóquio”.
“Vingadores: Era de Ultron” introduz os mutantes Mercúrio e Feiticeira Escarlate, personificados por Aaron Taylor-Johnson e Elizabeth Olsen, respectivamente. Responsável pela vertente psicológica da história, Escarlate expõe a psique bélica dos heróis ao controlar suas mentes, mesmo quando se imaginam em lugares bucólicos. J.A.R.V.I.S., o sistema de inteligência artificial auxiliar do Homem de Ferro, se torna O Visão, interpretado por Paul Bettany, que nessa sequencia, se torna o nêmesi de Ultron – embora sua importância se evidencie somente nas cenas finais.
O equilíbrio entre ação e humor é forte neste filme, o que valoriza o conteúdo da obra como entretenimento e desperta para algo além da simples diversão. “Vingadores: Era de Ultron” define a armageddon como o início de uma nova era na qual, a lei da causa e efeito independe da boa ação do indivíduo, seja ele um herói ou, simplesmente, um ser humano sem poder algum.

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