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quarta-feira, 13 de maio de 2015

Divã a 2


Expõe, com muito bom humor, causas e efeitos de um casamento desgastado.

Longe de se tornar um clássico da cinematografia brasileira, o filme “Divã a 2” é prático e objetivo - repleto de piadas de fácil assimilação, recheado de surpresas que não causam qualquer espanto, transmitido através de uma linguagem linha pop e desenhado a partir de personagens de fácil identificação por parte do público – e pronto! A direção de Paulo Fontenelle cria um possível campeão de bilheteria nacional.

Caso essa previsão se torne realidade, o mérito não se deverá apenas ao enredo, mas também pela apropriada escolha de Vanessa Giácomo e de Rafael Infante, na paleta de atores em plena ascendência, para protagonizarem a ortopedista bem sucedida e o produtor de eventos, respectivamente. Em segundo plano, a história conta com personagens que servem de suporte para o desenvolvimento dos personagens interpretados por Giácono e Infante - muitos deles, excessivamente em suas interpretações, e outros sem a potência necessária para bater a bola com o simpático casal.

Divã a 2” expõe, com muito bom humor, causas e efeitos de um casamento desgastado, capaz de promover àqueles que acreditam nos finais do tipo “felizes para sempre”.

Apesar da inexistência de momentos antológicos, muito menos cenas imortais a serem lembradas pelo público cinéfilo, “Divã a 2” convence pela a sua verdade, mesmo quando o fim de algo aponta para um mero novo começo.


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