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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Exorcistas do Vaticano
















Um equívoco 


No limiar da comicidade, “Exorcistas do Vaticano” conta a história de Ângela, interpretada pela atriz Olivia Taylor Dudley - após ferir o dedo partindo o seu bolo de aniversário, dá-se início à sua “nova vida” possuída pelo “demo”, com direito a surtos psicóticos, violência desmedida e corvos à espreita - um conto de fadas às avessas. No outro prato da balança, o “vale tudo” entre o céu e o inferno é protagonizado pelo o talentoso Michael Peña, no papel do sacerdote que acompanha o cardeal exorcista exportado diretamente do Vaticano, para remover o “capeta” que, possivelmente, acometido pelo ócio, resolve tomar conta do corpo de Ângela. O oscilante fiel da balança fica por conta da direção de Mark Neveldine e de seu roteiro, em coautoria com Christopher Borelli, que não sustenta minimamente o filme dentro de sua classificação, tendo em vista a evolução das produções com base na temática, ao longo da história do cinema.

“Exorcistas do Vaticano” se apresenta no mercado cinematográfico como um equívoco tão certo quanto a perda de tempo dos desavisados que possam adentrar uma sala de projeção na qual a película esteja em cartaz.


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