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sábado, 15 de agosto de 2015

Missão: Impossível – Nação Secreta















Pura ação

Cento e trinta e dois minutos de pura ação e adrenalina - é o que “Missão: Impossível – Nação Secreta” oferece, tanto aos que vêm acompanhando o primeiro trabalho de Tom Cruise como o agente secreto - Ethan Hunt, quanto a aqueles que o assistem pela primeira vez, nesta quinta produção da franquia. Em “Nação Secreta”, Cruise tira partido da sua maturidade e empresta a sua credibilidade ao mais importante componente da Impossible Mission Force - IMF. Os incontáveis momentos de apneia involuntária, pelos quais passam os espectadores, são tão asfixiantes quanto eletrizantes são as cenas das quais participam, juntamente com o seleto elenco - dessa vez, na Áustria, na França, na Inglaterra e no Marrocos – destacando-se a presença feminina – tão crível quanto o desempenho de Cruise – da personagem dúbia Ilsa Faust, incorporada por Rebecca Ferguson.

A direção de Christopher McQuarrie transmite, claramente, seu empenho na evolução de M:I:V, imprimindo-lhe um ritmo bem mais frenético em comparação aos das anteriores. O roteiro é inteligente e bem construído, explodindo em cenas de ação do início ao fim da película - em especial, em Viena, durante a apresentação da ópera Turandot, de Giacomo Puccini, quando é posta em prática uma tentativa de assassinato duplo. Enquanto Ethan e Ilsa tentam cumprir suas missões distintas, percorrendo e escalando as varandas de carga e de manobra da Ópera Estatal de Viena, sob o impactante ato III de Turandot, o espectador segue à risca o demando da célebre ária Nessun dorma (Que ninguém durma),  não se arriscando a um piscar os olhos, muito menos dormir.

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