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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Quarteto Fantástico




Não empolga

O reboot de “Quarteto Fantástico” tenta impor sua narrativa sci-fi quase como se tratasse de um filme épico. Apesar de ser capaz de manter a atenção do espectador, o filme que não empolga e não cria expectativa sobre o seu desenrolar, se configurando como um longa que se propõe a ser o primeiro de uma possível franquia.

A direção de Josh Trank descarta a ingênua simplicidade com que a origem do quarteto é contada no primeiro longa metragem da franquia anterior e reconta toda uma nova história, lançando mão de uma narrativa verborrágica e de um argumento repleto de conturbados e enfadonhos momentos, sem maiores apelos que justifiques os cem minutos de projeção. A fotografia sombria sacrifica a capacidade de atenção do espectador, que também é sacrificada pela morosidade para a eclosão da batalha entre o bem e o mau, beirando os minutos finais da história.

“Quarteto Fantástico” se empenha em tornar enredo e personagens críveis e, com isso, os trazem mais próximos daqueles que buscam lógicas e não histórias fantásticas para explicar a origem de seus heróis, tornando o filme quase como um drama e não um filme de aventura.

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