Counter

domingo, 6 de setembro de 2015

O Agente da U.N.C.L.E


A ponto de possibilitar uma promissora continuidade da franquia

Guy Ritchie presenteia os amantes do cinema com sua direção de “O Agente da U.N.C.L.E” – baseado num seriado dos anos de 1960 - oferecendo estilo, qualidade técnica, desempenho artístico e injetando elevada carga de carisma em seus personagens.

Solo - agente da CIA, interpretado por Henry Cavill e Illya - agente da KGB, por Armie Hammer recebem a missão de impedir uma catástrofe mundial prestes a ser detonada pela a vilã Victoria, por Elizabeth Debicki. Com vistas ao sucesso da missão, a dupla depende da ajuda de Gaby, por Alicia Vikander – personagem chave para a concretização dos planos da vilã.

“O Agente da U.N.C.L.E” de Ritchie conquista o público alvo apreciador de filmes de espionagem e ação, por suas sacadas cômicas sem obviedade e pela excelente química que dá liga a todo o elenco - Cavill, por sua extrema elegância; Hammer, por sua impecável credibilidade; Vikander, por sua cativante presença; e Debicki, por ser, simplesmente, fantástica em seu desempenho.

“O Agente da U.N.C.L.E” é um filme de espionagem que poderia simplesmente entrar para o rol de filmes mesma linhagem, como um outro qualquer. Contudo, Ritchie se dignou a qualificar a sua ficha técnica com extrema expertise – com especial destaque para a trilha sonora que, surpreendentemente, contempla, até mesmo, Tom Zé com “Jimmy, Renda-se”.

O muito que se possa dizer sobre “O Agente da U.N.C.L.E” ainda é pouco diante do mérito da película de promover o mais que merecido retorno de bilheteria à sua produção, a ponto de possibilitar uma promissora continuidade da franquia.



Nenhum comentário:

Postar um comentário