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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Malala


Leve e pragmático

Acusada pelo grupo Talibã de ser “adestrada” pelo mundo ocidental, a atual ativista paquistanesa Malala Yousafzai – mulher com apenas 17 anos de idade conquistou o seu direito à educação – é a pessoa mais jovem a receber, em 2014, o prêmio Nobel pela luta contra a repressão de crianças e jovens e pelo direito de todas as crianças pela educação. Após sobreviver a um atentado no Paquistão, em outubro de 2012 – decorrente de uma ação promovida pelo movimento fundamentalista islâmico nacionalista, motivado pela violenta campanha contra a educação feminina –  Malala e sua família mudam-se para a Inglaterra, por questões de sobrevivência – já que ela e seu pai não eram bem quistos pelo Talibã.

O documentário “Malala”, de Davis Guggenheim, descreve a total empatia entre pai e filha em prol do movimento global pela educação de meninas através da fundação que recebeu o nome da ativista e conta com belas animações que ilustram situações impactantes e violentas, vivenciadas por sua família. Seu roteiro é leve e pragmático, contemplado por uma fotografia árida, tal e qual a vida se torna após a tomada do Paquistão pelo Talibã. A produção de “Malala” é dotada de tamanha veracidade, do trabalho de Guggenhein, uma obra cinematográfica marcante na atual conjuntura mundial. 


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