Counter

sábado, 5 de dezembro de 2015

Califórnia


Jovial e, ao mesmo tempo, saudosista, mas sem a intenção de decretar a moral da história.

Os anos 80 estão de volta no primeiro longa de Marina Person – “Califórnia”, onde a primeira menstruação, a primeira transa, a primeira perda e a primeira descoberta da vida se passam ao som da banda inglesa – The Cure; do músico, ator e produtor musical inglês – David Bowie; e da banda de rock brasileira – Titãs, dentre outros ícones daquela década.

Clara Gallo – no papel da protagonista Estela – sonha em passar as férias na Califórnia com o seu tio Carlos – interpretado por Caio Blat – que retorna ao Brasil de forma súbita e inesperada para surpresa da sobrinha.

“Califórnia” transcorre a partir de um roteiro jovial e, ao mesmo tempo, saudosista, mas sem a intenção de decretar a moral da história em meio às dúvidas e descobertas da jovem Estela.

Cena marcante, ao som de “The Caterpillar”, os espectadores são transportados para a telona, quando de um dos momentos mais libertadores do filme, em que Estela corre, cabelo ao vento, ao encontro do simples ato de viver – registrando um genuíno processo que empoeira as mentiras bobas do passado, em prol das verdades insanas do presente.

Nenhum comentário:

Postar um comentário