Counter

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

A Escolha


Falta de originalidade 


A falta de originalidade do longa metragem “A Escolha” é estampada no patchwork formado por fragmentos das obras do seu autor – o escritor, roteirista e produtor estadunidense, Nicholas Sparks: uma mulher que se encontra comprometida em um relacionamento – interpretada por Teresa Palmer; um homem que mora ao lado daquela mulher – vivido por Benjamin Walker; a mulher que não gosta de seu vizinho, em um primeiro momento; um cão que é de propriedade dele e uma cadela que é de propriedade dela; a cadela que aparece prenha e a mulher que se indispõe com o dono do cão, acusando o animal de ter copulado com a cadela; a mulher que descobre estar equivocada ao ter acusado o cão de ter emprenhado a cadela; a mulher que se vê envolvida com o homem e que se depara com a necessidade de escolha entre este e o homem com quem já tem um compromisso. Prologando os desentendimentos adicionais entre os protagonistas, as cenas tomadas em hospital e a última chance de se encontrar a felicidade, a série de clichês delineada trata-se, nada mais, nada menos, da articulação inicial do roteiro do longa metragem dirigido por Ross Katz.


A obviedade também é parte integrante do roteiro que, na melhor das hipóteses, consegue comover somente fãs do autor, movidos, na pior das hipóteses, por puro fanatismo.


Nenhum comentário:

Postar um comentário