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sábado, 5 de março de 2016

Deuses do Egito



Confuso, indiferente e arrastado

Osíris, deus da mitologia grega, associado à vegetação e a vida no Além – incorporado por Bryan Brown – abdica ao trono em favor de seu  filho Hórus, deus da guerra – personificado por Nikolaj Coster-Waldau .  Set, outro deus egípcio, irmão de Osíris – interpretado por Gerard Butler – é a encarnação do espírito do mal. Ambicionando o controle dos deuses e ocupar o lugar de seu irmão, Set mutila o sobrinho, mata Osíris e escraviza os mortais com requintes de tirania.

A partir desse argumento, vingança torna-se o único mote do universo mitológico do filme “Deuses do Egito”, dirigido por Alex Proyas, que conduz seu trabalho como se marionetizando o elenco de tal forma a enquadrar os personagens na categoria “games” – neste caso, como simples peças de um jogo perdido.

O roteiro assinado por Matt Sazama e Burk Sharpless se faz confuso, indiferente e arrastado, dando margem para que os efeitos especiais assumam tamanha importância, a ponto de pôr à margem, tanto a história, quanto o elenco, de forma irreversível.

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