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sábado, 30 de julho de 2016

Sombrasileiro, o Festival – Fafá de Belém


Em comemoração aos seus, aproximados, quarenta anos de carreira, Fafá de Belém faz a festa na abertura da primeira edição de “Sombrasileiro – O Festival”

Em comemoração aos seus, aproximados, quarenta anos de carreira, Fafá de Belém faz a festa na abertura da primeira edição de “Sombrasileiro – O Festival”, lançado no dia 28 de julho de 2016, no Oi Casa Grande, na cidade do Rio de Janeiro.

Introduzida pelas notas emanadas pelos instrumentos executados pelo mestre compositor paraense Manoel Cordeiro e por Felipe Cordeiro, “Foi Assim” conduz Maria de Fátima Paglia de Figueiredo ao mesmo palco, de onde, quando de sua estreia naquela mesma casa de espetáculos, aos dezenove anos de idade - lembra a consagrada cantora, emocionada diante de um público  ávido pelo seu carisma – se apresenta para uma plateia composta por cinco convidados e dois pagantes, com o mesmo encanto e dedicação ao seu trabalho, como se a sala estivesse lotada – um incentivo ao incremento da sua devoção pela música e da fé no sucesso de sua promissora carreira.  “Meu Disfarce” fomenta a elevação do tom da plateia, em um esforço coletivo para uma formação uníssona com a cantora popular, transbordante em simpatia e carisma, ovacionada pela sua fiel legião de fãs. Quando da execução de “Quem Não Te Quer Sou Eu” – canção integrante do seu mais novo álbum, “Tamanho Certo Para O Meu Sorriso” – Fafá, elegantemente, apresenta ao público, Nivaldo Fiúza, um de seus compositores presente na plateia que se manifesta, prestando o seu reconhecimento à altura do sucesso da composição. “Sob Medida” encerra a primeira parte do show, quando Fafá se retira do palco, deixando pai e filho Cordeiros, por conta de seus instrumentos, preparando terreno para a segunda parte do espetáculo.

“Sereia” traz de volta Fafá, que compartilha, com a plateia, suas lembranças de quando vítima do preconceito ao gravar a primeira música de um compositor regional e interpreta “É o Amor”, levando o público ao deleite. Como se insatisfeita com a catarse deflagrada naquele momento, Fafá entoa “Chuva de Lágrimas” e sinaliza para a terceira e última parte do show, deixando o palco, novamente, a cargo da dupla Manoel e Felipe Cordeiro.

“Conversa Bonita” retoma o show com estilo dançante, transformando a sala de espetáculos em uma enorme casa de festas. Noite na qual Fafá recebe grande quantidade de amigos – especialmente identificada na plateia, em meio a tantas, a honrosa presença de Simone Mazzer –  beijos, acenos e convites para selfies tornam-se manifestações comuns ao mesmo tempo em que Fafá executa “Sinhá Pureza”, acompanhada em coro pelo seu público.

O bis comemora a proximidade dos sessenta anos de idade da menina de Belém, que presenteia seus fãs, que já não mais ocupam seus assentos na plateia, com “Filho da Bahia”, “Abandonada” e “Tamba Tajá” – canção que faz parte da infância de Fafá e de uma das faixas do seu álbum lançado em 1976, com o mesmo nome – finalizando a primeira noite de “Sombrasileiro – O Festival”, que apresenta Mart’Nália, no dia 30 de julho de 2016.


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