Counter

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Historinhas


Resgata empenho, persistência, paciência, tolerância, civilidade e respeito

O conteúdo moral descrito no espetáculo infantil “Historinhas” transmite valores educativos através da imaginativa direção de Sura Berditchevsky que resgata empenho, persistência, paciência, tolerância, civilidade e respeito, durante cinquenta singelos minutos inspirados nas seguintes fábulas: “Pequeno Herói da Holanda”, de Etta Austin Blaisdell e Mary Frances Blaisdel; “A Tartaruga e a Lebre”, de Esopo; “A Boneca”, de Olavo Bilac; e lendas e folclores, como o “A Galinha Ruiva”, “Por Favor” e “As Estrelas do Céu”.

O grande elenco composto pelos atores mirins – Anna Clara Rimes, Barbara Brandão, Christianne Rebello, Emanuelle Pícoli, Gabriel Puga, João Gabriel Bolshaw, João Pedro Chaseliov, Julia Brykman, Julia Sawyer, Lara Knoff, Lucas Francelino, Luisa Sabença, Luiz Galli, Luna Taubman, Maria Eduarda Cozac, Maria Francisca Bolshaw, Maria Nabuco, Marina Louro, Maitê Haical, Mateus Ribeiro, Norah Iglesias, Paloma Far, Pedro Campello, Raphaela Miguel, Rafaela Paredes e Theo Iglesias – asperge gotas de sabedoria nos adultos que acompanham seus rebentos, agregados infantis, sugerindo caminhos alternativos com vistas à formação moral dos pequeninos. Renato e Ricardo Vilarouca assinam os desenhos cenográficos projetados que tornam o espetáculo tão dinâmico quanto o folhear das páginas de um livro de literatura infantil ilustrado. Os figurinos e adereços de Chris Chevriet, Vera Raiser e Leo Brazas definem equilíbrio singular entre a contemporaneidade das vestimentas e respectivos acessórios, e a ingenuidade pueril. Rodrigo Belchior, responsável pela direção musical, é certeiro ao familiarizar as canções dos “Beatles” por jovens estudantes de música do antigo projeto Villa Lobinhos. A Iluminação cênica de Sura Berditchevsky e Rebeca Tolmasquim interage com o videografismo, de modo a inserir os personagens, da melhor forma possível, nas cenas projetadas.

“Historinhas” faz com que, tanto crianças quanto adultos, olhem para um mundo onde, ser o melhor não requer, necessariamente, ser o mais rápido, o mais forte, o mais abastado – defende o respeito ao próximo e por uma sociedade que não tenha como máxima "quem pode mais chora menos".


Nenhum comentário:

Postar um comentário