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domingo, 11 de dezembro de 2016

Natal Mágico


Um sonho que não tem fim

Nove de dezembro de 2016 - sob a realização da Black & Red Produções, Opus Promoções e Ministério da Cultura, o Teatro Bradesco Rio abre, extraoficialmente, no coração de centenas de espectadores, o Natal 2016 na Cidade Maravilhosa, com um espetáculo musical para toda a família – “Natal Mágico”.

A curta temporada da megaprodução, que traz a marca da inigualável expertise de Billy Bond na criação do gênero termina no dia 17 de dezembro de 2016, garante encantamento, emoção e diversão através da encenação de um conto cantado ao vivo, contemplando inúmeros efeitos especiais, diversidade de cenários videográficos e de dezenas de figurinos que provocam a percepção sensorial visual, auditiva, olfativa e táctil – tudo isso em um só espetáculo.

O prólogo fica por conta da entrada do Papai Noel, em carne e osso, na sala de espetáculos, para o encantamento de todos. Chegando ao palco – cuja cenografia remete os espectadores a uma paisagem da região da Lapônia – em seu trenó conduzido por um grupo de renas e sob o efeito de ventania, uma nevasca toma conta da plateia, Noel parte rumo à Cidade do Rio de Janeiro, ao encontro de duas crianças – os irmãos Maria e José.  Compondo a família, o avô com limitações auditivas, a mãe apaixonada pelo filme “Cantando na Chuva”, o pai muito ocupado com seus afazeres e uma tia frustrada e ranheta, que se faz de feia e que não acredita em Papai Noel. Empenhados em resgatar o que ainda resta da inocência infantil no coração de sua tia, os irmãos Maria e José assumem a missão de lhe provar a existência do Papai Noel. Com base nesse argumento, a magia toma conta da plateia explorando a essência natalina – a busca pela realização de sonhos e fantasias, através de um mix de diversos personagens de clássicos infantis materializados no palco através de musicais idealizados por Bond e outros, tais como Alice, Encantada, Cinderela, Branca de Neve, Peter Pan e Pinóquio. Bond também resgata para o palco, heróis como Batman, Superman, Homem Aranha e Capitão América, além do vilão Coringa – ao som dos sucessos consagrados “Strawberry Fields Forever” – The Beatles e “Every Little Thing She Does Is Magic” – The Police, com tradução livre exclusiva para o espetáculo. A espontânea interação da plateia com os personagens é um registro da capacidade do diretor Billy Bond em cativar o público, que se encanta com a coreografia de “Cantando na Chuva”, sob a aspersão de gotículas de água que tomam conta da sala de espetáculos. Tudo isso como parte da realização de sonhos e de desejos de Maria, João e de seus pais que, agraciados pela realização dos mesmos, se recolhem em família para a ceia natalina – incluindo a tia rabugenta já, naquele momento, convencida da existência do Papai Noel.


O zelo de Bond para com a fantasia temática do Natal, iconizada pela figura de Noel não negligencia o que há de mais verdadeiro no espírito natalino – o nascimento de Jesus Cristo. Marcando o fim do espetáculo, sob os efeitos da iluminação cênica e do videografismo, engenhosamente dosados durante todo o espetáculo, um presépio, em verdadeira grandeza, é montado sobre o palco, diante dos olhares emocionados da plateia, consagrando, de forma apoteótica, um sonho que não tem fim.   

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