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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Sully – O Herói do Rio Hudson


Provoca a vontade de se aprofundar no fator humano que se torna o verdadeiro protagonista do drama

“Sully – O Herói do Rio Hudson” conta a história do Capitão Chesley Sullenberger que, imbuído do compromisso que tem para com a sua profissão, lança mão de toda a sua expertise como piloto de aeronaves comerciais, quando se vê obrigado a proceder um arriscado pouso de emergência em pleno rio Hudson, em Nova York, devido a problemas técnicos, salvando a vida de todos os cento e cinquenta e cinco passageiros. Apesar dessa aparente sinopse soar como spoiler, trata-se apenas de um prólogo de um roteiro baseado em fatos reais, de uma produção cinematográfica que conta com a concisa direção de Clint Eastwood. Tom Hanks, eloquentemente, desenha a essência humana de Sully  e seu co-piloto Jeff Skiles, interpretado por Aaron Eckhart durante a investigação do voo que assume a tendência de transformar o herói em um grande vilão.

O sentimento de indignação é inevitável, imediato e crescente durante os noventa e seis minutos de projeção, submersos em requintes de injustiça relatada ao longo de toda a investigação – sentimentos potencializados pelo roteiro de Todd Komarnicki, baseado no livro “Highest Duty”, que faz de “Sully – O Herói do Rio Hudson” um filme que provoca a vontade de se aprofundar no fator humano que se torna o verdadeiro protagonista do drama.

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