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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Passageiros


Ar filosófico de que o homem não nasceu para viver só

Uma colisão por conta de asteroides provoca uma falha em uma das cinco mil cápsulas da nave espacial Starship Avalon que transporta 5.259 pessoas submetidas à hibernação criônica programada para uma viagem de 120 anos. Em função do acidente, falhas na câmara de sono do passageiro Jim Preston - engenheiro mecânico de Denver, vivido por Chris Prat – tem sua hibernação interrompida noventa anos antes do fim do processo originalmente programado e tenta encontrar um modo de manter a sua integridade e prosseguir viagem até chegar à colônia Homestead II. Meses após aquela ocorrência, a passageira Aurora Dunn – escritora de New York, interpretada por Jennifer Lawrence – por fatores distintos aos que provocaram o despertar de Jim, também tem sua hibernação interrompida. Juntos descobrem diversos outros problemas que põem em risco a integridade da Starship Avalon, que poderiam impedir a sua chegada ao destino programado. A partir de então, Aurora e Jim assumem o compromisso de salvar a espaçonave, desembocando em uma história de amor ciberespacial.  
 
De forma extremamente pragmática, essa é a primícia do filme “Passageiros” que, sob a direção de Morten Tyldum, captura a atenção do espectador em função de um roteiro futurístico espacial mesclado com romance, com dose certa de suspense e drama, repleto de belas imagens e contemplando um certo ar filosófico de que o homem não nasceu para viver só, mesmo que para isso, haja necessidade de se lançar mão da essência egoísta e mesquinha, presente em todo ser humano.

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