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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

A Cura

Extrai beleza das piores e mais dolorosas cenas de horror sem perder a empalidecida tensão

A valetudinária estética apresentada no filme “A Cura” desperta o interesse e inebria os olhos do espectador de maneira impecavelmente mórbida.

O workaholic que Dane DeHaan protagoniza é enviado por sua empresa aos Alpes Suíços incumbido de trazer de volta o Diretor Executivo da mesma, que se encontra em um “Centro de Cura”, quando sofre um acidente de automóvel e acaba sendo internado naquela instituição, cercada de mistérios.

A direção de Gore Verbinski extrai beleza das piores e mais dolorosas cenas de horror sem perder a empalidecida tensão que o roteiro de Justin Haythe provoca na produção que definha aos olhos do espectador. A fotografia de Bojan Bazelli é lírica mas não faz com que a enferma história encontre “A Cura” em seus cento e quarenta e sete minutos.


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