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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Annabelle 2: A Criação do Mal


Exclamações, sustos e muitos risos, podem ser constantes durante toda a projeção e com promessas de transformação do fraco roteiro de “Anabelle2: A Criação do Mal” em algo passível de eventuais comentários pós sessão – não pejorativos

Como se privado de qualquer intenção de surpreender os cinéfilos amantes do gênero terror, o segundo filme da franquia sobre a boneca Anabelle, dirigido de forma lapidar por David F. Sandberg, conta a origem de uma entidade malígna incorporada pelo brinquedo. A história conta o drama vivido por uma freira e por dezenas de meninas sob a sua tutela, após o desalojamento do orfanato onde viviam, e que foram caridosamente acolhidas por um artesão de bonecas e por sua esposa, cuja filha fora vítima de um acidente fatal. A partir de então, meninas e freira compartilham dos fatos gerados pelas lembranças traumáticas do casal e pelo obsessor espírito demoníaco do passado.

No entanto, a proposta deste filme de terror, em sua plenitude, se faz dependente dos recursos lúdicos tecnológicos audiovisuais, para que o universo franqueado seja extensivo ao espectador que busca de diversão de fato. Nesse caso específico, exclamações, sustos e muitos risos, podem ser constantes durante toda a projeção e com promessas de transformação do fraco roteiro de “Anabelle2: A Criação do Mal” em algo passível de eventuais comentários pós sessão – não pejorativos, mas ancorados na coadjuvação de efeitos e sensações sincronizadas ao filme, exclusivos das salas 4DX.


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