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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Churchill


Aposta na fragilidade de um já idoso e teimoso ser humano

O filme que ganha o nome do homem considerado por muitos, como uma das mais importantes figuras políticas britânicas, conta com a contaminante direção de Jonathan Teplitzky, impregnada por uma atmosfera depressiva, que relata sobre os quatro dias que antecedem o ataque à Normandia – também conhecido como “Operação Overlord”. “Churchill” projeta nas telas de cinema um homem atormentado pelos horrores da Primeira Guerra Mundial – episódio do qual tomou a frente em 1915 e que foi responsável por considerável baixa no exército britânico. As crises depressivas e nervosas do personagem são muito bem asseguradas por Brian Cox que dispensa a imagem bélica de Churchill e aposta na fragilidade de um já idoso e teimoso ser humano.

A falta de conhecimento prévio sobre a biografia de Winston Churchill pode dificultar a assimilação da história e dar margem a uma falsa impressão de que o roteiro gira em torno dos sintomas causados pela senilidade em um homem de idade avançada, posto de lado para não ser abandonado em um asilo.


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