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quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Thor: Ragnarok


Longa passível de reconhecimento por parte dos cinéfilos amantes das histórias em quadrinhos publicadas pela
Marvel Comics

O terceiro filme da franquia do Rei do Trovão (Chris Hemsworth) intitulado “Thor: Ragnarok” se esforça para acertar a mão, tendo como paradigma diante as duas produções que o antecedem.

Em “Ragnarok”, o filho de Odin (Anthony Hopkins) corre contra o tempo para evitar a destruição da raça Asgardiana por sua irmã Hela (Cate Blanchett) – a deusa da morte. Em meio à ameaça fatal que paira sobre Asgard, as injeções de doses de humor em meio a cenas de conteúdo notável soam como subterfúgio para o não aprofundamento no conteúdo em potencial da história. A defensiva direção de Taika Waititi tende a explorar, ao máximo, o universo Marvel sem medo de rebaixar como coadjuvantes Dr. Estranho (Benedict Cumberbatch); Hulk (Mark Ruffalo) e Korg - personagem do Planeta Hulk.

A interatividade de uma forte e intimidante vilã, de Thor, de Hulk e do essencial Loki (Tom Hiddleston), em meio a cenas de ação na dose certa, ao som de uma trilha sonora que contempla Immigrant Song (Led Zepelin) garantem momentos de adrenalina e de diversão ao longa passível de reconhecimento por parte dos cinéfilos amantes das histórias em quadrinhos publicadas pela Marvel Comics.


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