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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

CASACOR 2017 Rio de Janeiro


O AQWA Corporate está estrategicamente localizado na Via Binário do Porto, com excelentes ligações de transportes públicos através do novo VLT e também pelo BRT. Para quem preferir ir de carro, o edifício dispõe de 400 vagas de garagem.



As arquitetas criam para um jovem casal da Geração Y um estúdio descontraído, com tons que vão do cinza ao rosa. Uma das principais estratégias do projeto é abrir mão de alvenaria para dividir os ambientes, sem comprometer a privacidade do casal.


Num primeiro momento, o lounge de 56 m² tem teto rebaixado e é mobiliado com uma grande bancada, banquetas Girafa de Lina Bo Bardi e, nas duas paredes laterais, estantes cheias de livros e artefatos curiosos coletados em viagens pela pessoa que habita aquele espaço. Sobre a bancada, livros antigos, mapas e manuscritos.

Em seguida, surge o pé-direito alto do prédio. Nesse espaço, há um sofá central em L − grande e sem encosto − e uma luneta. A ideia é que os visitantes possam usufruir da vista, explorar a cidade. Para Patrícia, seu lounge é um lugar de acúmulo de memórias.


Uma ilha no alto de um prédio com privilegiada vista do Rio de Janeiro. Uma vida com menos pressa e mais equilíbrio, menos consumo e mais experiências.


O estúdio de um empresário paulista, que vive na ponte aérea e aprecia arte e música. Em tons de cinza e preto, com elementos verdes e rosas, a dupla criou um ambiente urbano e cosmopolita, com espaços integrados e extremamente funcionais.


Cristina inspirou-se no maquiador, fotógrafo e empresário Fernando Torquatto e criou um projeto aberto e integrado, com ambientes para conviver e fazer várias atividades ao mesmo tempo.


Um conjunto de estímulos sensoriais que tornam a experiência do visitante memorável. Esse é a proposta de Paola Ribeiro, que trabalha com imagens, sons, cheiros e toques marcantes em seu projeto. Logo na entrada, no lounge do SPA, topings de acrílico expõem os metais da Deca como se fossem joias, com iluminação cênica de Maneco Quinderé. Alguns destes metais estão submersos em água.


Os profissionais globalizados, que moram em vários lugares do mundo ao mesmo tempo, foram a inspiração para o projeto do coletivo, que criou um loft com espaços integrados, uso compartilhado de funções e design versátil e adaptável para qualquer lugar e tamanho de espaço no mundo.


Inspiradas num personagem do livro “Em Busca do Tempo Perdido”, de Marcel Proust, Paula Wetzel e Camila Simbalista criaram um refúgio onde o morador trabalha, relaxa, recebe amigos e reúne seus objetos pessoais mais estimados. Na história, o bon vivant tio Adolphe, apreciador da arte, de vida social intensa, decide, em busca de privacidade e para evitar atritos com a numerosa família, constrói para si um espaço na casa principal, que o autor chama de "gabinete de repouso".


Um espaço mutante, que pode variar de acordo com o humor de seu habitante, um escritor de literatura fantástica. Assim, o projeto do estúdio, com quarto, living, cozinha e banheiro integrados, permite a liberdade criativa, começando pelo sofá modulado, o agente primordial para a mudança do espaço.


Inspirada nas empresas atuais, que cada vez mais se preocupam com o bem-estar dos profissionais, criando ambientes confortáveis e que estimulem a produtividade e a interação, surge a proposta do Network Living. O piso de concreto e as tubulações aparentes são mantidas: além de ser um conceito industrial, o projeto foca no essencial − o conforto proporcionado pelo mobiliário.


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