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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Todo o Dinheiro do Mundo


Aprofunda as observações sobre ganância e o preço de cada indivíduo

O sequestro do neto do magnata do petróleo J. Paul Getty (Christopher Plummer) movimenta a trama do mais recente longa de Ridley Scott - “Todo o Dinheiro do Mundo”. Baseado em uma história real, Scott explora a imagem do homem mais rico do mundo, expondo suas relações dualistas com foco na família e no dinheiro, interceptadas pelo inesperado sequestro de seu neto e cujo resgate, o bilionário se recusa a pagar. Contrapondo a essa conduta, sua nora Gail (Michelle Williams), luta pela libertação de seu filho, custe o que custar.

O roteiro de David Scarpa, por pouco, não cai em um lugar comum, deixando de impactar o espectador ao humanizar um dos sequestradores e não desenvolvendo as atrocidades de um sequestro de maneira mais convincente.

A forma fria e calculista que o bilionário enxerga a vida faz da interpretação de Plummer algo que valoriza o filme, ao máximo, e aprofunda as observações sobre ganância e o preço de cada indivíduo em meio ao sistema capitalista.

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