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quarta-feira, 21 de março de 2018

A Odisseia


Mito que vai se humanizando e se conscientizando do seu real motivo de existir


Um oficial da marinha francesa, documentarista, cineasta, oceanógrafo, inventor e mundialmente conhecido por suas viagens de pesquisa a bordo do Calypso - uma lendária embarcação equipada como um laboratório móvel difundida pelos documentários de seu indissociável comandante, Jacques-Yves Cousteau. Um dos pioneiros no mergulho autônomo, após sua atuação na Segunda Guerra, Cousteau percebe o interesse das pessoas por lugares desconhecidos – o que o motiva para dar início a uma série de filmagens no fundo do mar, com o objetivo de aproximá-lo daqueles cujo interesse foi despertado pela, até então, desconhecida e misteriosa vida submarina.

O longa “A Odisseia” retrata, na medida do possível, a vida do homem Cousteau, dotado de qualidades e sujeito a falhas, identificado por seus pontos tanto positivos quanto negativos, sujeito a sucessos e decepções e, acima de tudo, tomado por um amor incondicional pelo seu filho mais novo, Philippe, o qual torna-se seu cúmplice e sua redenção. A impecável direção de Jérôme Salle faz da variação temporal, dos anos 1950 até os 1970, um mito que vai se humanizando e se conscientizando do seu real motivo de existir - servir de exemplo e de alerta sobre a importância da preservação do mundo em que vivemos.

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