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sexta-feira, 4 de maio de 2018

Ciganos da Ciambra


Um democrático instrumento de manipulação ao evidenciar os menos visíveis, seus dramas por causa da pobreza e a desconfiança e a hostilidade social longe de qualquer sinal de melhora


Sem manter distância da realidade dos países de terceiro mundo o longa “Ciganos da Ciambra” retrata a infância, a adolescência e a maturidade sem nenhuma função de moral da história. Uma família que é sustentada por dois parentes ladrões e sobrevivem sob o manto dos mafiosos em Ciambra, uma comunidade romana na Calábria. Tem a sua vida desestruturada quando a ‘fonte de renda’ é pega pela polícia, fazendo com que Pio (Pio Amato) - um adolescente de 14 anos, mas com todos os vícios de um homem adulto e as manhas de seus irmãos infratores - resolva tomar a posição de o provedor da família, tornando-se assim, uma cópia de seus irmãos presidiários.

A miséria persuasiva na direção de Jonas Carpignano e insidiosa com o seu despudor social que parece banal após alguns minutos do filme, e tornasse um democrático instrumento de manipulação ao evidenciar os menos visíveis, seus dramas por causa da pobreza e a desconfiança e a hostilidade social longe de qualquer sinal de melhora.

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