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quarta-feira, 30 de maio de 2018

Paraíso Perdido


Uma obra rica pelas suas diferenças contra os males da sociedade contemporânea


Ao definir o paraíso como uma dimensão que se encontra na essência do ser humano, o utópico longa “Paraíso Perdido” imanta a fascinação de cada espectador pela paz abstrata emanada pela diversidade de personagens incorporados pelo elenco sob a direção enraizada de Monique Gardenberg.  Conta a história de um inferninho no centro da cidade de São Paulo, que abriga uma família nada convencional, e cujo proprietário, o patriarca, é interpretado, com placidez, por Erasmo Carlos.

O longa estabelece um mundo interior desviado da razão e conduzido pelo amor mútuo coletivo, sob a trilha sonora assinada por Zeca Baleiro, contemplando sucessos, há muito consagrados, de Márcio Greyck, Odair José, Reginaldo Rossi, Belchior, Paulo Sérgio, Raul Seixas e Roberto Carlos. As dores e as perturbações do homem moderno fazem de “Paraíso Perdido” uma obra rica pelas suas diferenças contra os males da sociedade contemporânea.

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