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quinta-feira, 26 de julho de 2018

Missão Impossível: Efeito Fallout”


Convence o espectador a tal ponto de demovê-lo do questionamento quanto aos possíveis exageros vistos por seus próprios olhos

O super agente Ethan Hunt (Tom Cruise) e seus amigos do FMI – Luther (Ving Rhames) e Benji (Simon Pegg) – são convocados para uma nova missão: recuperar três núcleos de plutônio antes que o terrorista John Lark, em conluio com uma organização conhecida como Apóstolos, possa usá-los para destruir o Vaticano, Jerusalém e Meca, em um único ataque coordenado – uma brevíssima sinopse do sexto filme da franquia “Missão Impossível”.

Em “M.I: Efeito Fallout”, as artimanhas de Cruise, ao desafiar a morte pendurado em helicópteros, correndo pelos telhados e saltando de um edifício para o outro, fazem da franquia um sucesso absoluto. A estilosa direção de Christopher McQuarrie convence o espectador a tal ponto de demovê-lo do questionamento quanto aos possíveis exageros vistos por seus próprios olhos, preferencialmente, no formato IMAX. Uma fotografia excepcional que captura ações em ousadas tomadas em cenas urbanas e em ambientes naturais, acompanhadas pela trilha sonora de Lorne Balfe – que exala a adrenalina que o filme oferece ao espectador – ao longo da Champs-Élysées e ao redor do Arco do Triunfo, em Paris, nas cercanias da Catedral de St. Paul, em Londres e em meio às geleiras em pleno processo de descongelamento da Caxemira.

A impetuosidade de Cruise e a incapacidade de McQuarrie em conceber um fracasso impressiona de maneira incrivelmente revigorante, e torna “Missão Impossível: Efeito Fallout” um filme irretocável.


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