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sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Crimes em Happytime



Uma obra embaraçosa e fora dos limites da moralidade habitué

Uma evidente paródia de clássicos do cinema noir – “Crimes em Happytime” é um filme de fantoches e de ação, com muito estilo. A assinatura de Brian Henson na direção não remete aos filmes dos Muppets por mera coincidência.  Henson é filho de Jim e Jane Henson – os criadores dos fantoches mais célebres de todo o planeta.

A premissa do longa inicia com a opressão sofrida por fantoches no mundo dos humanos, traçando uma ponte entre a atual política nos Estados Unidos e a condição dos negros no país Norte-Americano. Nesse contexto, vive o primeiro policial fantoche que, após fracassar em uma missão, é expulso da corporação e passa a sobreviver como detetive, em um pequeno escritório. Após a visita de uma fantoche extravagante e sedutora, que paga pelos seus serviços de investigação, dá-se início à ocorrência de estranhas mortes em Happytime.


O filme torna-se repulsivo ao abarrotar, com violência explícita, as atrocidades feitas com os fantoches, introduzindo diálogos racistas e os estereótipos femininos e L.G.B.T.Q. Dessa forma, “Crimes em Happytime” assume o status de uma obra embaraçosa e fora dos limites da moralidade habitué.

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