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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

O Predador



O reboot de “O Predador”, que visa à revitalização da franquia de ação e de ficção científica com ideias novas, se limita a promover ação nonsense mesclada com mitologia híbrida.

A ação ocorre na atualidade, deflagrada pela queda de uma nave espacial, controlada por um Predador, na atmosfera terrestre, nas proximidades de um campo de batalha onde um sniper do exército americano – Quinn McKenna (Boyd Holbrook) – lidera uma operação de resgate de reféns da posse de um traficante. Após presenciar a chacina provocada pelo alienígena e consciente de seu destino que as forças armadas americana o reserva pelo fato de ser o único sobrevivente do ataque do Predador, McKenna se apropria dos equipamentos que encontra na nave alienígena, julgados por ele relevantes e os envia para o endereço de sua ex-esposa, visando à  garantia da própria integridade física.

O longa conta com a boa vontade do espectador em encontrar algo que alavanque a direção de Shane Black, combalida pelo o ritmo cansativo e aparentes voluntários cortes de cenas – numa aparente tentativa de provocar, no mínimo, ímpetos de tímidas risadas por parte do espectador, sem qualquer sucesso efetivo.


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