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terça-feira, 27 de novembro de 2018

De Repente uma Família


A ingenuidade da história contempla a repetição de momentos ‘cheios de graça’ – passando a nítida impressão, na maior parte do tempo, de uma desnecessária indução voluntária do espectador ao riso, não natural e inconsistente

Pete (Mark Wahlberg) e Ellie (Rose Byrne) configuram um casal estilo comercial de margarina, de classe média alta e sem filhos. Após uma discussão com a sua irmã, Ellie passa a admitir a possibilidade de adotarem uma criança mais velha. O casal acaba se interessando por Lizzy (Isabela Moner) – uma afiada adolescente que tem dois irmãos mais novos: um sensível, chamado Juan(Gustavo Quiroz) e uma birrenta, chamada Lita (Julianna Gamiz). Os três se mudam para a casa do casal e, em um curto espaço de tempo, repleto de alegria e de entusiasmo, passam a representar o caos para os pais de primeira viagem que têm que lidar com uma adolescente traumatizada e duas crianças assustadas.


“De Repente uma Família” – um longa cujo argumento e roteiro se debruçam sobre a verdadeira história do seu diretor, Sean Anders que, juntamente com a sua esposa, adota três crianças fora do sistema de adoção oficial e, juntos, encontram incontáveis desafios durante todo o processo.


A ingenuidade da história contempla a repetição de momentos ‘cheios de graça’ – passando a nítida impressão, na maior parte do tempo, de uma desnecessária indução voluntária do espectador ao riso, não natural e inconsistente. Em contrapartida, “De Repente uma Família” promove emoções através de cenas ora tristes ora felizes,  genuínas diante de uma família que passa por dificuldades, muitas vezes sombrias, mas sem perder a esperança.

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