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segunda-feira, 1 de julho de 2019

Homem-Aranha: Longe de Casa - uma continuação, mais do que satisfatória

Uma continuação, mais do que satisfatória

Veneza, Berlim, Londres e Praga são as cidades icônicas que servem de cenário para a sequência das aventuras do jovem Peter Parker, no filme “Homem-Aranha: Longe de Casa”.

Condicionalmente, a plena compreensão do filme demanda que o espectador esteja bem atualizado junto ao universo Marvel – em especial, ter assistido ‘Vingadores - Ultimato’, com vistas à assimilação do real significado do evento apocalíptico apelidado ‘The Blip’ e, não ser impactado com o spoiler apresentado, de cara, na abertura do filme, ao som de Whitney Houston – ‘I will always love you’.

Com o mundo livre de Thanos, os professores do Midtown planejam um passeio escolar para Europa. Consequentemente, Parker vislumbra a oportunidade de desfrutar a tão almejadas férias e abrir o coração para a sua amada MJ em solo europeu. Ao chegarem ao seu destino, eis que surge um monstro, causando destruição geral. Entra em cena um homem que, se intitulando Mysterio, luta contra a monstruosa criatura. Com isso, acaba conquistando a simpatia de Parker, com quem cria laços de amizade, com o aval de Nick Fury.
  
A direção de Jon Watts tem uma veia imaginativa pirotécnica impactante, além de não poupar o espectador de uma avalanche de cenas de humor teen e de uma boa e adequada dose de realidade aguda, ao se tratar de vida e morte – um somatório que faz do longa uma continuação, mais do que satisfatória, de uma franquia ansiada por uma legião de fãs do Aranha. Seja no início, no meio ou no fim, tudo tem o seu porquê. As cenas pós créditos aprofundam, ainda mais, o que o Universo Marvel promete para a próxima sequência. 

‘Longe de Casa’ contempla um roteiro inteligente e maduro, assinado por Chris McKenna e Erik Sommers – dupla que consegue a proeza de manter a refrescância juvenil inserida em um capítulo da saga dos Vingadores.

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