segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Mariana Volker - Órbita


Transitando por entre paixão e seus percalços


Após o lançamento do álbum de estreia de sua carreira – ‘Palafita’ – em 2014, e da sua participação no The Voice Brasil 2015, a cantora  Mariana Volker apresenta o show do seu mais novo trabalho – “Órbita” – no Teatro PetroRio das Artes, no Shopping da Gávea – Rio de Janeiro, na sexta-feira – 31 de janeiro de 2020.

Transitando por entre paixão e seus percalços, Volker abre a noite com ‘Imensidão’, dando seguimento à sua apresentação com ‘Eu Sinto Muito’, ‘Labirinto’ (músicas de sua autoria, em parceria com Valentina Zaninie), dentre outras e, fecha a primeira parte do show, impulsionando com ‘Mais Feliz’ (de Bebel Gilberto, Cazuza e Dé).
Diante da vulnerabilidade voluntária da plateia ao desempenho de Volker, a artista contagia todos com uma nova roupagem do pagode do grupo Só Pra Contrariar - ‘Que Se Chama Amor’ (de José Fernando) e dá a deixa para o carro-chefe do seu mais novo álbum cujo nome intitula o show – ‘Órbita’.

Tomado por uma festa vibrante, o universo de Volker chega ao seu terceiro estágio, durante o qual, uma parceria formada por Mariana e o teclado preenche os corações dos mais românticos dentre seus fãs, com ‘Monte Carlos’ e a sensível versão de ‘Disk Me’ (Arthur Marques, Diego Timbó, Gorky, Maffalda, Pablo Bispo e Zeb) – um sucesso que se fez na voz da Pablo Vittar.

De volta ao palco, sua banda – composta por Pedro Sodré (guitarra); Thiago Vivas (baixo); João Carrera (bateria) e Rudah (teclados) – concede todo suporte instrumental a Volker para juntos, conduzirem a quarta parte do show, a partir de uma homenagem à cantora Joana que, presente na plateia, foi presenteada com a versão de um dos seus grandes sucessos – ´Tô Fazendo Falta’ (Alvaro Socci / Lucca Ferreira). 

Papo reto com a plateia, Volker declara o seu amor pela música e, de maneira festiva, concede o consagrado bis, com o sucesso ‘Love Is In The Air’ (Harry Vanda, George Young) – imortalizado pela voz de John Paul Young, acompanhado pelo clamor que alivia a plateia, ciente de que o fim da viagem estaria próximo – que ocorre ao som de ´Gigantesca’, deixando seu público como se, fora de órbita e sem saber, ao certo, metaforicamente, o caminho de volta para casa.

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