Fédro - Reflexões filosóficas do diálogo entre Sócrates e o jovem Fédro

O afeto e a coragem ressurgem como lembranças

O primeiro longa-metragem de Marcelo Sebá. Após 20 anos de Reynaldo Gianecchini ter deixado o Teatro Oficina, o longa marca o reencontro entre o ator e o diretor José Celso Martinez Corrêa. Uma primeira leitura de “Fedro”, de Platão, é o gancho para o início do documentário. O filme é uma produção da Phaedrus e será lançado dia 05 de janeiro no Star+.

No filme rodado em São Paulo, os dois passam o texto adaptado pelo diretor teatral, em que as reflexões filosóficas do diálogo entre Sócrates e o jovem Fédro acerca do amor, da beleza e do desejo nele contidas servem de disparadores para uma verdadeira aula.

Nesse reencontro, o afeto e a coragem ressurgem como lembranças, aprendizados e revisões da existência individual e coletiva. Zé é Sócrates e Gianecchini é Fedro, ou vice-versa, não há separação, há fusão dos corpos e das almas. Ao contrário do que prega a “religião da psicanálise”, que busca separar os corpos/individualidades pelas neuroses, negando o amor como estado de exceção, como fusão, o diretor e o ator, aos seus modos, negam essa cultura, essa política da neurose, do esquecimento da arte pelo amor.

Elenco:

José Celso Martinez Corrêa

Reynaldo Gianecchini

Ficha Técnica:

Direção e Produção: Marcelo Sebá 

Codireção: Camila Mota

Direção de Fotografia: Daniel Lima

Direção de Arte: Beli Araújo

Montagem: Alessandro Danielli

Trilha Sonora Original: Pedro Bernardes

Música Original: Alice Caymmi

Desenho de luz: Roberto Macedo

Colorista: Rogério Moraes

Som direto: Tomás Franco

Produtores Executivos: Carol Gesser, Marília Garske e William Viana

Produtores Associados: Andrea Luz, Eddie Vogtland e Marco Pisani

Produção: Phaedrus


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