
A obra segue o conhecido roteiro do gênero: templários, Maria Madalena injustiçada, a Igreja Católica como vilã milenar e um Jesus com uma vida pessoal mais complexa do que o Novo Testamento sugere. A narrativa sugere uma grande revelação, mas se aproxima mais de um podcast conspiratório narrado com voz grave às três da manhã.
Editora: Jaguatirica

O leitor recebe espelhos, pausas e silêncio, desde que não os use para questionar por que certas histórias se repetem ou por que a iluminação emocional quase sempre exige que alguém aguente mais do que o razoável. O infinito pode até estar dentro de cada um, mas o livro parece confiar demais nessa ideia para justificar relações que talvez pedissem menos introspecção e mais limite.
Editora: Gôndola

Ao narrar sua trajetória pessoal, sobretudo na parte intitulada O Caos, a autora expõe experiências marcadas por instabilidade familiar, casamento precoce e maternidade, sem recorrer à romantização do sofrimento. Essa exposição confere autenticidade ao texto e permite compreender a mediação não apenas como uma técnica profissional, mas como uma resposta existencial aos conflitos vividos.
Editora: Lacre








