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O leitor recebe espelhos, pausas e silêncio, desde que não os use para questionar por que certas histórias se repetem ou por que a iluminação emocional quase sempre exige que alguém aguente mais do que o razoável. O infinito pode até estar dentro de cada um, mas o livro parece confiar demais nessa ideia para justificar relações que talvez pedissem menos introspecção e mais limite.
Editora: Gôndola
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Se você acha que tem livre-arbítrio, meu amigo, prepare-se: Robert Sapolsky vai lhe dar uma pancada conceitual tão forte que até o seu córtex pré-frontal vai pedir arrego. Determinados é aquele tipo de livro que você lê achando que vai entender a mente humana e termina questionando se escolheu mesmo a roupa que está usando ou se foi um complô entre seus neurônios, sua mãe e o aquecimento global.
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