

A escrita é clara, acessível e quase didática, ideal para o público que acredita que "vacina contra tifo" é sinônimo de mágica milagrosa. Para quem conhece pesquisa científica de verdade, é impossível não soltar uma risada de descrença diante de tanto esforço para transformar o óbvio em um episódio épico do cotidiano. A tentativa de humanizar os cientistas funciona, mas às vezes roça o patético.
Editora: ICH

Folhetim, é aquele tipo de livro de prosa limpa, elegante e funcional. Não tem gordura, não tem firula, não tem metáfora pedindo aplauso. É uma escrita que parece ter feito terapia e sabe exatamente o que sente. Funciona? Funciona. Mas, às vezes, dá vontade de sacudir o autor pelos ombros e dizer: “César, meu filho, você pode exagerar um pouquinho. Ninguém vai te multar por isso.”
Editora: Laranja Original

A obra segue o conhecido roteiro do gênero: templários, Maria Madalena injustiçada, a Igreja Católica como vilã milenar e um Jesus com uma vida pessoal mais complexa do que o Novo Testamento sugere. A narrativa sugere uma grande revelação, mas se aproxima mais de um podcast conspiratório narrado com voz grave às três da manhã.
Editora: Jaguatirica


Bastidores da Ciência: Erros, acasos e curiosidades do cotidiano científico de Leandro Lobo


Manual Prático da Vingança Lucrativa: Sátira elegante sobre herdeiros, ambição e crime corporativo


A Miss: Excesso, Autoridade e a Fragilidade da Redenção


"Folhetim" de César Augusto de Carvalho - Literatura inteligente e prosa contida


Sob o Olhar do Guardião: Thriller religioso ou história repetida?


A Sabedoria dos Pais: Humor, amor e elegância


“Tenente Seblon” e “Marginal Genet” - Ontologia precária do poder em duas peças teatrais


A Empregada quando a terapia é mais cara que a diária na mansão


Marty Supreme - o vazio carismático e a estética da sedução sem alma


Infinito em Mim de Kika Bastos - Manual prático para chamar relação tóxica de autoconhecimento


Família de Aluguel: Quando o afeto vira serviço


Não me entrego, não! - Othon Bastos e o manual definitivo de como envelhecer fazendo história


Minha vida antes e depois da mediação: Quando ganhar não resolve


Adeus Sapiens, de James Marins: A Elegância do Colapso e Outras Cortesias da História


“Vital: O Musical dos Paralamas”: Uma trajetória de luzes e cicatrizes


Wicked: Parte 2 – A Fantasia que Só é Fantasia Porque o Brasil Já Tem os Direitos Autorais


Determinados: A Ciência Da Vida Sem Livre-arbítrio: Ou Como Descobri que Nem a Minha Vontade de Ler Este Livro Era Minha


Quando o Céu se Engana — O milagre da meritocracia falida


Hilda Furacão – A Ópera: Uma santa de saia justa, um frade sem paz e uma ópera que ninguém vai cantar na missa








