

A escrita é clara, acessível e quase didática, ideal para o público que acredita que "vacina contra tifo" é sinônimo de mágica milagrosa. Para quem conhece pesquisa científica de verdade, é impossível não soltar uma risada de descrença diante de tanto esforço para transformar o óbvio em um episódio épico do cotidiano. A tentativa de humanizar os cientistas funciona, mas às vezes roça o patético.
Editora: ICH

Folhetim, é aquele tipo de livro de prosa limpa, elegante e funcional. Não tem gordura, não tem firula, não tem metáfora pedindo aplauso. É uma escrita que parece ter feito terapia e sabe exatamente o que sente. Funciona? Funciona. Mas, às vezes, dá vontade de sacudir o autor pelos ombros e dizer: “César, meu filho, você pode exagerar um pouquinho. Ninguém vai te multar por isso.”
Editora: Laranja Original

A obra segue o conhecido roteiro do gênero: templários, Maria Madalena injustiçada, a Igreja Católica como vilã milenar e um Jesus com uma vida pessoal mais complexa do que o Novo Testamento sugere. A narrativa sugere uma grande revelação, mas se aproxima mais de um podcast conspiratório narrado com voz grave às três da manhã.
Editora: Jaguatirica














































