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A Era do Ouro - Celebra a resiliência

Atualizado: 7 de out. de 2023

Uma ficção baseada em fatos reais, que não tem compromisso em denunciar podres da vida pessoal do protagonista

A Era do Ouro - Celebra a resiliência e a busca incessante pela excelência

resenha: psales e msenna


Muito além que uma simples narrativa sobre Neil Bogart e a Casablanca Records, "A Era do Ouro" emerge dentre uma das mais inspiradoras produções cinematográficas que celebra a resiliência e a busca incessante pela excelência.

O filme, produzido por Evan e Brad Bogard, desenha a evolução do perfil de visionários por vocação e pela educação familiar que os capacitam para o enfrentamento das adversidades da vida pautado pelo reconhecimento e pelo respeito aos valores em potencial, pelo risco suportado pela auto confiança, pela seletividade comportamental como preservação da auto estima e pela generosidade embasada pelo poder ser generoso – a essência de Neil capturada por mérito adquirido pelo conhecimento de causa, por seu próprio filho - Timothy Scott Bogart, diretor do longa.

Por conta da notável diversidade de experiências desdobradas nessa obra, o público é involuntariamente induzido a manifestar-se como se em atos dançantes ao se sentirem imersos em sucessos musicais icônicos dos anos 70. A produção aposta na evolução do roteiro e no fator surpresa capazes de promover semblantes jubilosos e carga emotiva concentrada na captura sensoriais visuais e auditivas, com reflexos na capacidade cognitiva, até mesmo daqueles que optem por assistir ao longa sem maiores expectativas, mas como um simples passatempo. Sem dúvida, irão se surpreender – todos irão.

A obra de Timothy Scott é, incontestavelmente uma ficção baseada em fatos reais, que não tem compromisso em denunciar podres da vida pessoal do protagonista, mas levar ao conhecimento daqueles que ignoram os fatos, a atuação essencial de Neil, mesmo que por detrás dos bastidores, na alavancagem da carreira de cantores e bandas que se tornaram exponenciais graças às suas habilidades visionárias empresariais. Com a mesma habilidade, Neil catapulta a legendária gravadora independente Casablanca Records rumo ao auge das expressões artísticas, definindo uma era pautada pelo envolvimento fervoroso com criatividade exuberante e pela fé inabalável na música e na harmonia grupal.

As cenas musicais de “A Era do Ouro” transcendem as sequências definidas pelo roteiro, embaladas por canções conhecidas pelo universo expressivo do público alvo do filme, que embarca numa viagem ao passado, marcada pelo alcance do sucesso mercadológico e financeiro da indústria fonográfica.


A Era do Ouro - Celebra a resiliência e a busca incessa


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