Banduo - “Dobras”: Bandolim sem coleira
- circuitogeral

- há 2 dias
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Um truque de mágica com cordas
Dobras não é um disco. É quase um truque de mágica com cordas, daqueles que você sabe que tem técnica por trás, mas prefere só curtir o susto.
Dois bandolins, um desafio
Dois bandolins. Parece pouco, né? Quase uma provocação. Mas é aí que mora a graça. Eles pegam esse instrumento todo comportado, cheio de tradição, e resolvem bagunçar o coreto sem pedir licença.

Tradição sem amarras
E fazem isso com classe, que é o mais divertido. Não ficam pagando pedágio à tradição. Conhecem tudo, respeitam, mas não viram estátua. O choro aparece, claro, mas vem de mãos dadas com um flerte esperto com o erudito. Só que sem aquela cara de museu empoeirado. Aqui tem vida.
Sem pose, só escuta
O melhor é que não tem pose. Não é “olha como somos sofisticados”. É mais “olha o que acontece quando a gente se escuta de verdade”. E isso, meu bem, vale mais do que qualquer diploma na parede.

A dança das “dobras”
Essas “dobras” não são firulas de título. São a alma do negócio. Dois instrumentos que não brigam por atenção. Eles se cutucam, se desafiam, às vezes se abraçam. Um puxa, o outro segura. Quando você vê, estão dançando juntos. Coisa fina. E rara.
Um bandolim com personalidade
Finalmente solto da jaula do “certinho”. Em alguns momentos, ele fica atrevido. Em outros, dramático. Às vezes até debochado. Personalidade não falta.
fotos: divulgação







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