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Hotel Fairmont Rio Copacabana apresenta “Baile de Máscaras Verão Maravilha”

Um delírio carnavalesco quente, vibrante e inesquecível

Hotel Fairmont Rio Copacabana

Hotel Fairmont Rio Copacabana apresenta “Baile de Máscaras Verão Maravilha”


Um delírio carnavalesco quente, vibrante e inesquecível.


Se o Carnaval é uma ópera, o Baile de Máscaras “Verão Maravilha” é o momento em que a soprano decide quebrar a taça de cristal e ainda exigir aplauso em pé.


Quando o Fairmont Rio de Janeiro Copacabana abre as portas para sua temporada 2026, não está promovendo apenas mais uma festa temática. Está organizando um espetáculo com roteiro, estética e ambição. Um Carnaval que trocou o improviso pelo impacto visual.


Das 21h às 4h, Copacabana deixa de ser cenário e vira protagonista. Em parceria com o Camarote Arpoador, o hotel entrega uma experiência que não encerra o Carnaval. Eleva o padrão. Não é o dourado discreto, é o brilho que pede flash e encontra.


Verão Maravilha: conceito, não enfeite

“Verão Maravilha” não é apenas um nome sedutor. É posicionamento. É o tipo de proposta que funciona como ar-condicionado no auge de fevereiro: não é luxo, é necessidade.


Inspirado na estética do Studio 54, o baile conecta a disco nova-iorquina à energia carioca. Imagine Manhattan aprendendo a sambar sem perder a pose. O resultado é essa fusão entre glamour internacional e espontaneidade brasileira, só que editada, iluminada e cuidadosamente coreografada.


A cenografia aposta em globos espelhados, superfícies reluzentes e uma atmosfera imersiva que transforma o salão em pista de cinema. Não é exagero gratuito. É narrativa visual. Cada detalhe reforça a ideia de exuberância assumida, sem pedir desculpas por existir.


Gastronomia que equilibra o excesso

Enquanto o lado de fora vibra em fritura e latinha quente, o baile opta por outro caminho. O menu assinado pelo chef executivo Jérôme Dardillac propõe leveza estratégica. Peixes, frutos do mar, frutas e folhas compõem pratos equilibrados, pensados para acompanhar a elegância da noite.


É quase um paradoxo delicioso. Você entra achando que vai exagerar, começa a noite com uma composição sofisticada e, de repente, percebe que o refinamento também pode ser indulgente.


Servido em estações temáticas com antepastos, buffet quente, sobremesas e chocolateria, o jantar não é pano de fundo. É parte do espetáculo. Um open food que não grita, mas sustenta toda a experiência.


Coquetelaria e performance social

A assinatura do mixologista transforma clássicos como Lillet Spritz e Gold Rush em acessórios líquidos. Aqui, beber não é distração. É parte da cena. Cada taça parece completar o figurino.

E quando a música entra, a narrativa acelera. O palco recebe Ludmilla, acompanhada de bateria e DJs convidados. O resultado é simples: ninguém permanece espectador por muito tempo. A pista deixa de ser espaço físico e vira estado de espírito.

A proposta “Dancing Queen” conversa com o conceito disco e cria uma ponte improvável entre Nova York e o coração pulsante do Rio. Você entra contido. Sai personagem.


Exclusividade como escolha

Ingressos a partir de R$ 3.000 no primeiro lote. Sim, três mil.


Mas aqui não se trata apenas de valor. Trata-se de proposta. Camarotes com área reservada, piso elevado, mesa bistrô e serviço exclusivo deixam claro que a experiência foi pensada para quem prefere viver o Carnaval com curadoria, não com improviso.


O Baile de Máscaras do Fairmont não quer ser só mais uma noite animada. Quer ser memória. Quer ser aquela história que começa com “você precisava estar lá”.


Porque, no fim, o “Verão Maravilha” não fala apenas de calor. Fala de intensidade bem dirigida.


E intensidade, quando é bem produzida, não acontece por acaso.


Local: Hotel Fairmont Rio Copacabana

Endereço: Av. Atlântica, 4240 – Copacabana, Rio de Janeiro


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